A fé da Igreja inteira, num só livro
Pedido pelos bispos do mundo em 1985 e publicado por São João Paulo II em 1992, ele reúne em 2.865 parágrafos o que a Igreja crê, celebra, vive e reza. Não é um livro de regras soltas: é a fé inteira, exposta com ordem, para ser lida como um todo.
Aqui você conhece a história do Catecismo em dez datas, as suas quatro partes e algumas das suas frases — e ouve os primeiros dias do curso O Catecismo em 1 Ano.
O curso O Catecismo em 1 Ano começa pelo Prólogo e pelo desejo de Deus inscrito no coração humano. Cada dia traz o texto do Catecismo, os bastidores e uma meditação. Os primeiros estão abertos aqui.
Os dias seguintes estão no app, na ordem do Catecismo.
Conhecer O Catecismo em 1 AnoMuita gente guarda essa imagem: um livro grosso, de respostas decoradas na infância. O Catecismo da Igreja Católica é outra coisa. É a fé inteira da Igreja, exposta com ordem a partir da Sagrada Escritura, dos Padres da Igreja, da liturgia e do Magistério — e o próprio texto avisa que tudo nele termina no amor.
Não é um código. É um mapa para conhecer Deus.
O Credo que você reza, os sacramentos que recebe, a oração que aprendeu criança: ali está o sentido de cada um, explicado com calma.
Foi escrito primeiro para os bispos e, por meio deles, para quem transmite a fé. É o ponto de referência seguro para explicar sem inventar.
São João Paulo II o ofereceu também a quem não é católico e quer saber, com exatidão, aquilo em que a Igreja Católica crê.
Diante de uma polêmica, em vez de opiniões, o texto da Igreja: parágrafos numerados, com as fontes em nota e remissões para os temas ligados.
A finalidade da doutrina e do ensino deve fixar-se toda no amor, que não acaba. Podemos expor muito bem o que se deve crer, esperar ou fazer; mas, sobretudo, devemos pôr sempre em evidência o amor de nosso Senhor, de modo que cada qual compreenda que qualquer ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem nem outro fim senão o amor.
Catecismo da Igreja Católica, n. 25
Palavras do Catecismo Romano (1566), escolhidas para fechar a apresentação do Catecismo de 1992
Do Concílio de Trento ao Vaticano II, de um pedido dos bispos a um livro traduzido em mais de cinquenta línguas. Mais de quatro séculos de catequese numa só linha do tempo.
A pedido do Concílio de Trento, São Pio V publica um catecismo para os párocos. A sua ordem em quatro partes — Credo, sacramentos, mandamentos e oração — seria retomada quatro séculos depois.
Em 11 de outubro, São João XXIII abre o Concílio com uma tarefa: guardar a fé de sempre e apresentá-la de modo mais acessível aos fiéis e a todos os homens de boa vontade.
Em 8 de dezembro, São Paulo VI encerra o Concílio, depois de quatro anos de trabalho. Agora o seu ensinamento precisava chegar à catequese de cada dia.
Vinte anos depois do Concílio, o Sínodo extraordinário dos bispos pede um catecismo de toda a doutrina católica, na fé e na moral. São João Paulo II faz seu o pedido.
O Papa confia o projeto a doze cardeais e bispos, presididos pelo Cardeal Joseph Ratzinger. Sete bispos diocesanos redigem o texto; o secretário é Christoph Schönborn, então professor em Friburgo.
Em novembro, o rascunho é enviado a todos os bispos do mundo. Voltam mais de 24 mil propostas de emenda, examinadas pela comissão. Ao todo, o texto passa por nove redações.
Aprovado em 25 de junho, é publicado em 11 de outubro com a constituição Fidei Depositum, nos trinta anos da abertura do Concílio. O primeiro texto sai em francês.
Em 15 de agosto, com a carta Laetamur Magnopere, São João Paulo II promulga a edição típica latina, preparada por uma comissão também presidida por Ratzinger.
Já como Bento XVI, Ratzinger aprova em 28 de junho o Compêndio: uma síntese fiel do Catecismo em 598 perguntas e respostas.
O Papa Francisco aprova um novo texto para o n. 2267, sobre a pena de morte, que passa a constar em todas as edições do Catecismo.
Joseph Ratzinger presidiu a comissão que preparou o Catecismo.
Cardeal em 1986 · Papa Bento XVI a partir de 2005
Nunca houve tanta informação sobre a fé — nem tanta confusão. Numa busca rápida aparecem opiniões para todos os gostos. O Catecismo oferece outra coisa: o que a Igreja inteira crê, dito por ela mesma, com as fontes à vista. É o lugar seguro para voltar sempre que surgir uma dúvida.
O Catecismo não é uma coleção de temas soltos. Do primeiro ao último parágrafo, conta uma só história: Deus, que nos criou por amor, vem ao nosso encontro em Jesus Cristo e nos chama a partilhar a sua vida. Crer, celebrar, viver e rezar são quatro modos de responder a esse chamado.
Deus não fica calado: fala aos homens e se dá a conhecer. A fé, diz o Catecismo, é a resposta do homem a Deus, "que a ele se revela e se oferece".
Nada ali é opinião pessoal. É a fé da Igreja, iluminada pela Sagrada Escritura, pela Tradição e pelo Magistério, com a herança dos Padres da Igreja e dos santos.
O próprio Catecismo pede para ser lido como um todo. Números na margem ligam cada parágrafo a outros do mesmo tema: o Credo ilumina os sacramentos, que sustentam a vida, que desemboca na oração.
O Catecismo segue a ordem dos grandes catecismos da Igreja: o Credo, os sacramentos, os mandamentos e o Pai-Nosso. Quatro pilares, uma só fé.

Primeira parte, a fé professada: como Deus se revela, como o homem responde pela fé e o Credo explicado frase por frase (n. 1–1065). Segunda parte, a fé celebrada: a liturgia e os sete sacramentos, pelos quais a salvação de Cristo se torna presente hoje (n. 1066–1690).
Terceira parte, a fé vivida: a dignidade da pessoa, a graça, as virtudes e os Dez Mandamentos (n. 1691–2557). Quarta parte, a fé rezada: a oração cristã e, no fim, o Pai-Nosso comentado pedido por pedido (n. 2558–2865). As quatro estão ligadas: o mesmo mistério de Cristo é crido, celebrado, vivido e rezado.
Citações do Catecismo da Igreja Católica, na grafia do português do Brasil.
Um ano para percorrer o Catecismo do Credo ao Pai-Nosso, um pouco por dia, em áudios de cerca de vinte minutos. É como um retiro teológico em casa: os bastidores vêm do livro de Joseph Ratzinger e Christoph Schönborn, o presidente da comissão e o secretário da redação; a profundidade, do comentário coordenado por Rino Fisichella; e o Cardeal Raniero Cantalamessa traz a herança viva dos Padres da Igreja.
Cada dia começa com o Catecismo lido em voz alta. A palavra da Igreja vem antes de qualquer comentário.
O que os redatores viveram, debateram e decidiram, contado a partir do livro de Ratzinger e Schönborn. Cada parágrafo ganha contexto.
Cada dia termina em oração: a doutrina desce ao coração e vira gesto concreto no seu dia.

Secretário da redação do Catecismo · depois arcebispo de Viena
Depois de ajudar a costurar o texto, escreveu meditações que percorrem o Catecismo inteiro, não como acadêmico, mas como pastor. Elas guiam o curso do primeiro ao último dia.

Coordenou o comentário teológico-pastoral ao Catecismo, 2017
Um grande comentário em que cerca de quarenta teólogos analisam cada parte do Catecismo. O curso traduz essa teologia em linguagem simples, sem perder a profundidade.
Tudo isso chega em áudios de cerca de vinte minutos. Não é preciso ter estudado teologia nem saber latim: basta um coração aberto, no carro, na caminhada ou antes de dormir.
Além dos cursos e retiros, o app traz a Liturgia Diária e a Bíblia para ler e ouvir. Em cada versículo, um toque abre o que disseram os Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo.



Toque no número de um versículo, da Bíblia ou das leituras da Missa, e sobe uma cortina com os comentários daquele versículo, separados por fonte. Você lê, volta ao texto e continua de onde estava.
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Os grandes mestres cristãos dos primeiros séculos, como Santo Agostinho, São João Crisóstomo, Santo Ambrósio e São Jerônimo. Viveram perto do tempo dos Apóstolos e explicaram a Escritura em homilias e comentários. No app, o que disseram aparece ligado a cada versículo.
de Santo Tomás de Aquino, completa
"Corrente de ouro": a obra que Santo Tomás começou a pedido do Papa Urbano IV. Nela, ele encadeou, versículo por versículo, o que os Padres gregos e latinos disseram sobre os quatro Evangelhos, como se todos comentassem juntos a mesma passagem.
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O Catecismo da Igreja Católica, publicado por São João Paulo II em 1992, expõe a fé da Igreja a partir da Escritura. No app, os parágrafos que explicam uma passagem aparecem junto do versículo a que se referem.
Santos, Padres da Igreja e grandes mestres da vida espiritual, em áudio, no mesmo app.

Um ponto do Caminho por dia: o texto, a história por trás dele e a meditação.
Conhecer o curso
Esposa, mãe e médica: a santidade vivida no dia a dia de uma família.
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Do Pai-Nosso às novenas, com o texto completo.
Ver as oraçõesO que mais se pergunta sobre o Catecismo, em poucas linhas.
É a exposição completa da fé católica, publicada por São João Paulo II em 11 de outubro de 1992. Reúne, em 2.865 parágrafos, o que a Igreja crê, celebra, vive e reza, a partir da Sagrada Escritura, da Tradição e do Magistério. O Papa o apresentou como "uma norma segura para o ensino da fé".
Foi obra de muitas mãos. Em 1986, São João Paulo II confiou o projeto a uma comissão de doze cardeais e bispos presidida pelo Cardeal Joseph Ratzinger, o futuro Bento XVI. Sete bispos diocesanos redigiram o texto, com Christoph Schönborn como secretário, e os bispos do mundo inteiro foram consultados.
Quatro: a profissão da fé (o Credo), a celebração do mistério cristão (a liturgia e os sete sacramentos), a vida em Cristo (a moral e os Dez Mandamentos) e a oração cristã (com o comentário ao Pai-Nosso).
O Compêndio, aprovado por Bento XVI em 2005, é uma síntese fiel do Catecismo em 598 perguntas e respostas. Segue a mesma estrutura e remete aos parágrafos do Catecismo, que continua sendo o texto completo de referência.
O próprio texto pede que seja lido como um todo. Um bom caminho é seguir a ordem das quatro partes, um pouco por dia, usando as remissões da margem e o índice para ligar os temas. Ler devagar, com tempo para rezar, ajuda a doutrina a virar vida.
O texto definitivo é a edição típica latina, promulgada em 1997, que incorporou melhorias propostas desde 1992 e repete fielmente os conteúdos doutrinais do texto original. Em 2018, o Papa Francisco aprovou uma nova redação do n. 2267, sobre a pena de morte, inserida em todas as edições.
Sim. No app Minha Bíblia Católica você acessa a Liturgia Diária e a Bíblia, para ler e ouvir: as leituras da Missa de cada dia (Primeira Leitura, Salmo e Evangelho) e o Novo Testamento narrado, capítulo por capítulo. Em cada versículo, um toque abre os comentários dos Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo da Igreja Católica.
Texto da equipe do Minha Bíblia Católica. Publicado em · atualizado em .
Cerca de vinte minutos por dia com Ratzinger, Schönborn, Fisichella e Cantalamessa: no carro, na caminhada, antes de dormir. E, no mesmo app, a Liturgia Diária e a Bíblia em áudio, comentadas pelos Padres da Igreja, pela Catena Aurea e pelo Catecismo.
"Uma norma segura para o ensino da fé." — São João Paulo II, sobre o Catecismo, Fidei Depositum, 1992