Carlo Acutis, Pier Giorgio Frassati, Chiara Luce Badano e outros jovens que disseram sim
Um adolescente de Milão que amava computação. Um estudante de Turim que subia montanhas e visitava os pobres em segredo. Uma jovem italiana que enfrentou o câncer confiando em Deus. Eles não esperaram envelhecer para ser santos.
Aqui você conhece dez histórias reais, o que esses jovens tinham em comum e o livro do Padre Daniel Ange que reuniu várias dessas vidas — e ouve o primeiro episódio do curso Jovens de Luz.
O curso Jovens de Luz apresenta, em áudios de cerca de quinze minutos, os jovens reunidos por Daniel Ange. O primeiro, sobre Claire de Castelbajac, está aberto aqui.
As próximas histórias estão no app, na ordem do curso.
Conhecer o curso Jovens de LuzMuita gente imagina os santos como figuras de vitral, longe da vida real. Os jovens desta página estudavam, trabalhavam, tinham amigos e faziam planos para o futuro. Encontraram Jesus no meio da vida comum e o amaram até o fim, mesmo quando esse fim chegou cedo.
A santidade não tem idade mínima.
Carlo era bom em computação; Pier Giorgio subia montanhas com os amigos. Não fugiram do mundo: levaram Jesus para dentro dele.
Carlo ofereceu os sofrimentos da leucemia pelo Papa e pela Igreja. Chiara Luce, ao saber do câncer, disse: "Se tu queres, Jesus, eu também quero."
José Sánchez del Río no México, Marcel Van no Vietnã: presos por causa da fé, não a renegaram.
Jacques Fesch estava preso por um crime grave quando encontrou Deus. A história dele mostra que nenhuma vida está perdida para a misericórdia.
O coração da Igreja está cheio também de jovens santos, que deram a sua vida por Cristo, muitos deles até ao martírio. Constituem magníficos reflexos de Cristo jovem, que resplandecem para nos estimular e tirar fora da sonolência.
Papa Francisco — Christus Vivit, n. 49
Exortação apostólica aos jovens e a todo o povo de Deus, 2019
Da Itália ao Vietnã, do México ao Brasil. Morreram entre os 11 e os 31 anos, e cada um deixou um rastro de luz.
Aluno de Dom Bosco, aprendeu com ele que a santidade é estar sempre alegre. Morreu aos 14 anos, dizendo: "Que maravilha estou vendo!"
Aos 11 anos, foi esfaqueada ao resistir a uma tentativa de violência. Morreu no dia seguinte, depois de perdoar o agressor, que mais tarde se arrependeu.
Estudante de engenharia em Turim e alpinista, visitava os pobres em segredo. Morreu aos 24 anos, de poliomielite, e foi canonizado em 7 de setembro de 2025.
Durante a perseguição religiosa no México, foi preso e torturado por não renegar a fé. Morreu aos 14 anos, gritando "Viva Cristo Rei!"; foi canonizado em 2016.
Condenado à morte por matar um policial durante um assalto, converteu-se na prisão. Guilhotinado aos 27 anos, escreveu nas últimas horas: "Daqui a cinco horas verei Jesus."
Irmão redentorista, escolheu Santa Teresinha como irmã espiritual. Preso pelo regime comunista em 1955, morreu num campo de trabalhos forçados aos 31 anos.
Estudante de restauração de arte em Roma, trabalhou em afrescos da Basílica de São Francisco, em Assis. Queria "semear a alegria" em todos que encontrava; morreu aos 21 anos, de meningoencefalite.
Voluntária vicentina, mudou-se para Juiz de Fora para estudar para o vestibular de Medicina. Aos 20 anos, foi morta ao resistir a uma tentativa de violência; foi beatificada como mártir em 2022.
Do Movimento dos Focolares, descobriu aos 16 anos um câncer nos ossos. Morreu aos 18, pedindo à mãe que fosse feliz, "porque eu sou"; foi beatificada em 2010.
Nascido em Londres e criado em Milão, amava a computação e ia à Missa todos os dias. Morreu de leucemia aos 15 anos e foi canonizado em 7 de setembro de 2025.
"Todos nascem como originais, mas muitos morrem como fotocópias."
Carlo Acutis, citado pelo Papa Francisco em Christus Vivit, n. 106
Vivemos cercados de telas, comparações e pressa, e muitos jovens acabam copiando a vida dos outros. Estes jovens mostram outro caminho: ser inteiro de Deus não apaga a juventude. Dá a ela o seu sentido.
Vieram de países, épocas e famílias muito diferentes. Mas quem olha de perto encontra quase sempre as mesmas raízes: Jesus na Eucaristia, a oração, o amor aos pobres e uma alegria que nem a dor apagou.
Carlo ia à Missa todos os dias e chamava a Eucaristia de sua "autoestrada para o Céu". Pier Giorgio dizia retribuir a visita de Jesus na Comunhão visitando os pobres.
Dom Bosco ensinou a Domingos Sávio que a santidade é estar sempre alegre. Chiara Luce, no fim da doença, pediu à mãe que fosse feliz, porque ela era.
Maria Goretti morreu perdoando quem a feriu. José Sánchez del Río e Isabel Cristina não abriram mão da fé nem da pureza, nem diante da morte.
O livro em que o Padre Daniel Ange reuniu vidas de jovens do século XX que viveram a fé até o fim, muitos deles pouco conhecidos fora de seus países.

Não são verbetes de enciclopédia. São jovens que viveram as alegrias e as dificuldades de qualquer jovem e fizeram as mesmas perguntas sobre a vida, a morte e o sofrimento. Daniel Ange conta cada vida como um encontro: a história, as lutas, o momento em que tudo mudou e as palavras que deixaram.
Entre eles estão Pier Giorgio Frassati, Jacques Fesch, Marcel Van e Claire de Castelbajac, ao lado de jovens da África, do Líbano e da antiga União Soviética. É desse livro que nasce o curso Jovens de Luz.
Frases de Carlo Acutis, de Pier Giorgio Frassati (carta a Isidoro Bonini, 27 de fevereiro de 1925), das últimas palavras de Chiara Luce Badano à mãe, de Claire de Castelbajac e do diário de Jacques Fesch. O número é a idade com que cada um morreu.
O curso nasceu do livro do Padre Daniel Ange. Cada áudio, de cerca de quinze minutos, apresenta um jovem do século XX que viveu a santidade até o fim: de Pier Giorgio Frassati a Marcel Van, da França ao Vietnã, do Líbano a Ruanda.
Você entra na vida de cada jovem: as paixões, as lutas, o momento em que tudo mudou. Contada como história, não como verbete.
Cartas, diários, últimas palavras: você ouve o que esses jovens disseram com a própria boca, muitas vezes nos momentos finais.
O que fez cada um arder? O que acontece quando um jovem descobre que Cristo vale mais do que a própria vida?

Daniel-Ange · vidas de jovens · Le Sarment / Fayard
Vidas de jovens do século XX contadas como encontros vivos: a história, as palavras e a fé de cada um.

Monge, missionário e sacerdote · nascido em Bruxelas em 1932
Entrou jovem na abadia beneditina de Clervaux, viveu mais de dez anos como missionário em Ruanda e cinco como eremita. Ordenado padre em 1981, dedicou a vida a anunciar Cristo aos jovens.
Uma história por vez, em áudios de cerca de quinze minutos, para ouvir no carro, na caminhada ou antes de dormir.
Além dos cursos e retiros, o app traz a Liturgia Diária e a Bíblia para ler e ouvir. Em cada versículo, um toque abre o que disseram os Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo.



Toque no número de um versículo, da Bíblia ou das leituras da Missa, e sobe uma cortina com os comentários daquele versículo, separados por fonte. Você lê, volta ao texto e continua de onde estava.
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Os grandes mestres cristãos dos primeiros séculos, como Santo Agostinho, São João Crisóstomo, Santo Ambrósio e São Jerônimo. Viveram perto do tempo dos Apóstolos e explicaram a Escritura em homilias e comentários. No app, o que disseram aparece ligado a cada versículo.
de Santo Tomás de Aquino, completa
"Corrente de ouro": a obra que Santo Tomás começou a pedido do Papa Urbano IV. Nela, ele encadeou, versículo por versículo, o que os Padres gregos e latinos disseram sobre os quatro Evangelhos, como se todos comentassem juntos a mesma passagem.
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O Catecismo da Igreja Católica, publicado por São João Paulo II em 1992, expõe a fé da Igreja a partir da Escritura. No app, os parágrafos que explicam uma passagem aparecem junto do versículo a que se referem.
Santos, Padres da Igreja e grandes mestres da vida espiritual, em áudio, no mesmo app.

Um ponto do Caminho por dia: o texto, a história por trás dele e a meditação.
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Esposa, mãe e médica: a santidade vivida no dia a dia de uma família.
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Um adolescente italiano, nascido em Londres em 3 de maio de 1991 e criado em Milão, apaixonado por computação e pela Eucaristia. Depois da Primeira Comunhão, passou a ir à Missa todos os dias e montou uma exposição sobre os milagres eucarísticos. Morreu de leucemia em 12 de outubro de 2006, aos 15 anos, e está sepultado em Assis.
Em 7 de setembro de 2025, no Vaticano, pelo Papa Leão XIV, na mesma celebração em que foi canonizado Pier Giorgio Frassati. A data prevista era 27 de abril de 2025, mas foi adiada com a morte do Papa Francisco. Carlo tinha sido beatificado em Assis em 10 de outubro de 2020. Sua memória é celebrada em 12 de outubro.
Um jovem de Turim (1901–1925), estudante de engenharia e alpinista, membro das Conferências de São Vicente de Paulo, da Ação Católica e da Ordem Terceira Dominicana. Visitava os pobres em segredo. Morreu de poliomielite em 4 de julho de 1925, aos 24 anos. Foi beatificado por São João Paulo II em 1990 e canonizado em 7 de setembro de 2025.
Uma jovem italiana de Sassello (1971–1990), do Movimento dos Focolares, que recebeu de Chiara Lubich o apelido de "Luce", luz. Aos 16 anos descobriu um câncer nos ossos e viveu a doença com uma confiança total em Deus. Morreu em 7 de outubro de 1990, aos 18 anos. Foi beatificada em Roma em 25 de setembro de 2010; sua memória é em 29 de outubro.
Sacerdote e escritor nascido em Bruxelas, na Bélgica, em 1932. Foi monge beneditino na abadia de Clervaux, viveu mais de dez anos como missionário em Ruanda e cinco como eremita, e foi ordenado padre em 1981. Em 1984 fundou uma escola de evangelização para jovens e dedicou a vida a anunciar Cristo a eles. Escreveu vários livros sobre jovens que viveram a santidade, como Les témoins de l’avenir, em que se baseia o curso Jovens de Luz.
Sim, muitos. Na exortação Christus Vivit (2019), o Papa Francisco lembra que "o coração da Igreja está cheio também de jovens santos" e cita, entre outros, São Domingos Sávio, Pier Giorgio Frassati, Chiara Badano e Carlo Acutis. Outros exemplos são Santa Maria Goretti, São José Sánchez del Río e, no Brasil, a Beata Isabel Cristina Mrad Campos.
São as etapas de uma causa de canonização. Servo de Deus é quem teve a causa aberta. Venerável é quem teve reconhecidas as virtudes heroicas. Beato é quem foi beatificado, em geral depois de um milagre reconhecido; os mártires dispensam esse milagre. Santo é quem foi canonizado e pode ser venerado em toda a Igreja.
Sim. No app Minha Bíblia Católica você acessa a Liturgia Diária e a Bíblia, para ler e ouvir: as leituras da Missa de cada dia (Primeira Leitura, Salmo e Evangelho) e o Novo Testamento narrado, capítulo por capítulo. Em cada versículo, um toque abre os comentários dos Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo da Igreja Católica.
Texto da equipe do Minha Bíblia Católica. Publicado em · atualizado em .
Histórias reais apresentadas pelo Padre Daniel Ange, em áudios de cerca de quinze minutos: no carro, na caminhada, antes de dormir. E, no mesmo app, a Liturgia Diária e a Bíblia em áudio, comentadas pelos Padres da Igreja, pela Catena Aurea e pelo Catecismo.
"Para o alto!" — São Pier Giorgio Frassati, escrito numa foto da sua última escalada, 1925