Primeira Leitura

Ele foi ferido
por causa de nossos pecados.

Leitura do Livro do Profeta Isaías · Is 52,13-53,12

Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido;
sua ascensão será ao mais alto grau.

Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo
- tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem
ou ter aspecto humano -,

do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.
Diante dele os reis se manterão em silêncio,
vendo algo que nunca lhes foi narrado
e conhecendo coisas que jamais ouviram.

Quem de nós deu crédito ao que ouvimos?
E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor?

Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta
ou como raiz em terra seca.
Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos,
não tinha aparência que nos agradasse.

Era desprezado como o último dos mortais,
homem coberto de dores, cheio de sofrimentos;
passando por ele, tapávamos o rosto;
tão desprezível era, não fazíamos caso dele.

A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades
e sofria, ele mesmo, nossas dores;
e nós pensávamos fosse um chagado,
golpeado por Deus e humilhado!

Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,
esmagado por causa de nossos crimes;
a punição a ele imposta era o preço da nossa paz,
e suas feridas, o preço da nossa cura.

Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,
cada qual seguindo seu caminho;
e o Senhor fez recair sobre ele
o pecado de todos nós.

Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;
como cordeiro levado ao matadouro
ou como ovelha diante dos que a tosquiam,
ele não abriu a boca.

Foi atormentado pela angústia e foi condenado.
Quem se preocuparia com sua história de origem?
Ele foi eliminado do mundo dos vivos;
e por causa do pecado do meu povo
foi golpeado até morrer.

Deram-lhe sepultura entre ímpios,
um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal
nem se encontrou falsidade em suas palavras.

O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.
Oferecendo sua vida em expiação,
ele terá descendência duradoura,
e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.

Por esta vida de sofrimento,
alcançará luz e uma ciência perfeita.
Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens,
carregando sobre si suas culpas.

Por isso, compartilharei com ele multidões
e ele repartirá suas riquezas com os valentes
seguidores, pois entregou o corpo à morte,
sendo contado como um malfeitor;
ele, na verdade, resgatava o pecado de todos
e intercedia em favor dos pecadores.

Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial

Sl 30(31),2.6.12-13.15-16.17.25 (R. Lc 23,46)

R. Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

Senhor, eu ponho em vós minha esperança; *
que eu não fique envergonhado eternamente!

Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, *
porque vós me salvareis, ó Deus fiel! R.

Tornei-me o opróbrio do inimigo, *
o desprezo e zombaria dos vizinhos,
e objeto de pavor para os amigos; *
fogem de mim os que me veem pela rua.

Os corações me esqueceram como um morto, *
e tornei-me como um vaso espedaçado. R.

A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, *
e afirmo que só vós sois o meu Deus!

Eu entrego em vossas mãos o meu destino; *
libertai-me do inimigo e do opressor! R.

Mostrai serena a vossa face ao vosso servo, *
e salvai-me pela vossa compaixão!

Fortalecei os corações, tende coragem, *
todos vós que ao Senhor vos confiais! R.

Segunda Leitura

Ele aprendeu a ser obediente e tornou-se causa de salvação para todos os que lhe obedecem.

Leitura da Carta aos Hebreus · Hb 4,14-16;5,7-9

Irmãos:

Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu,
Jesus, o Filho de Deus.
Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos.

Com efeito, temos um sumo sacerdote
capaz de se compadecer de nossas fraquezas,
pois ele mesmo foi provado em tudo como nós,
com exceção do pecado.

Aproximemo-nos então, com toda a confiança,
do trono da graça,
para conseguirmos misericórdia e alcançarmos
a graça de um auxílio no momento oportuno.

Cristo, nos dias de sua vida terrestre,
dirigiu preces e súplicas,
com forte clamor e lágrimas,
àquele que era capaz de salvá-lo da morte.
E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus.

Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa
a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu.

Mas, na consumação de sua vida,
tornou-se causa de salvação eterna
para todos os que lhe obedecem.

Palavra do Senhor.

Aclamação ao Evangelho · Fl 2,8-9

Evangelho

Prenderam Jesus e o amarraram.

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo João · Jo 18,1-19,42

Naquele tempo,

Jesus saiu com os discípulos
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.

Também Judas, o traidor, conhecia o lugar,
porque Jesus costumava reunir-se aí
com os seus discípulos.

Judas levou consigo um destacamento de soldados
e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus,
e chegou ali com lanternas, tochas e armas.

Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer,
saiu ao encontro deles e disse:
"A quem procurais?"

Responderam:
"A Jesus, o Nazareno".
Ele disse:
"Sou eu".
Judas, o traidor, estava junto com eles.

Quando Jesus disse: "Sou eu",
eles recuaram e caíram por terra.

De novo lhes perguntou:
"A quem procurais?"
Eles responderam:
"A Jesus, o Nazareno".

Jesus respondeu:
"Já vos disse que sou eu.
Se é a mim que procurais,
então deixai que estes se retirem".

Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:
'Não perdi nenhum daqueles que me confiaste'.

Simão Pedro, que trazia uma espada consigo,
puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O nome do servo era Malco.

Então Jesus disse a Pedro:
"Guarda a tua espada na bainha.
Não vou beber o cálice que o Pai me deu?"
Conduziram Jesus primeiro a Anás.

Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus
prenderam Jesus e o amarraram.

Conduziram-no primeiro a Anás,
que era o sogro de Caifás,
o Sumo Sacerdote naquele ano.

Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:
"É preferível que um só morra pelo povo".

Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus.
Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote.

Pedro ficou fora, perto da porta.
Então o outro discípulo,
que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta
e levou Pedro para dentro.

A criada que guardava a porta disse a Pedro:
"Não pertences também tu aos discípulos desse homem?"
Ele respondeu: "Não!"

Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira
e estavam-se aquecendo, pois fazia frio.
Pedro ficou com eles, aquecendo-se.

Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus
a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.

Jesus lhe respondeu:
"Eu falei às claras ao mundo.
Ensinei sempre na sinagoga e no Templo,
onde todos os judeus se reúnem.
Nada falei às escondidas.

Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei;
eles sabem o que eu disse".

Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava
deu-lhe uma bofetada, dizendo:
"É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?"

Respondeu-lhe Jesus:
"Se respondi mal, mostra em quê;
mas, se falei bem, por que me bates?"

Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás,
o Sumo Sacerdote.
Não és tu também um dos discípulos dele? Pedro negou: "Não!"

Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se.
Disseram-lhe:
"Não és tu, também, um dos discípulos dele?"
Pedro negou: "Não!"

Então um dos empregados do Sumo Sacerdote,
parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
"Será que não te vi no jardim com ele?"

Novamente Pedro negou.
E na mesma hora, o galo cantou.
O meu reino não é deste mundo.

De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador.
Era de manhã cedo.
Eles mesmos não entraram no palácio,
para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.

Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:
"Que acusação apresentais contra este homem?"

Eles responderam:
"Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!"

Pilatos disse:
"Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei".
Os judeus lhe responderam:
"Nós não podemos condenar ninguém à morte".

Assim se realizava o que Jesus tinha dito,
significando de que morte havia de morrer.

Então Pilatos entrou de novo no palácio,
chamou Jesus e perguntou-lhe:
"Tu és o rei dos judeus?"

Jesus respondeu:
"Estás dizendo isto por ti mesmo,
ou outros te disseram isto de mim?"

Pilatos falou:
"Por acaso, sou judeu?
O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim.
Que fizeste?"

Jesus respondeu:
"O meu reino não é deste mundo.
Se o meu reino fosse deste mundo,
os meus guardas lutariam
para que eu não fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui".

Pilatos disse a Jesus:
"Então tu és rei?"
Jesus respondeu:
'Tu o dizes: eu sou rei.
Eu nasci e vim ao mundo para isto:
para dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz".

Pilatos disse a Jesus:
"O que é a verdade?"
Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus,
e disse-lhes: "Eu não encontro nenhuma culpa nele.

Então, começaram a gritar de novo:
"Este não, mas Barrabás!"
Barrabás era um bandido.
Viva o rei dos judeus!

Então Pilatos mandou flagelar Jesus.

Os soldados teceram uma coroa de espinhos
e colocaram-na na cabeça de Jesus.
Vestiram-no com um manto vermelho,

aproximavam-se dele e diziam:
"Viva o rei dos judeus!"
E davam-lhe bofetadas.

Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:
"Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós,
para que saibais que não encontro nele crime algum".

Então Jesus veio para fora,
trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho.
Pilatos disse-lhes:
"Eis o homem!"

Quando viram Jesus,
os Sumos Sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
"Crucifica-o! Crucifica-o!"
Pilatos respondeu:
"Levai-o vós mesmos para o crucificar,
pois eu não encontro nele crime algum".

Os judeus responderam: "Nós temos uma Lei,
e, segundo esta Lei, ele deve morrer,
porque se fez Filho de Deus".

Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda.

Entrou outra vez no palácio
e perguntou a Jesus:
"De onde és tu?"
Jesus ficou calado.

Então Pilatos disse:
"Não me respondes?
Não sabes que tenho autoridade para te soltar
e autoridade para te crucificar?"

Jesus respondeu:
"Tu não terias autoridade alguma sobre mim,
se ela não te fosse dada do alto.
Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior".
Fora! Fora! Crucifica-o!

Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
"Se soltas este homem, não és amigo de César.
Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César".

Ouvindo estas palavras,
Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado "Pavimento", em hebraico "Gábata".

Era o dia da preparação da Páscoa,
por volta do meio-dia.
Pilatos disse aos judeus:
"Eis o vosso rei!"

Eles, porém, gritavam:
"Fora! Fora! Crucifica-o!"
Pilatos disse:
"Hei de crucificar o vosso rei?"
Os sumos sacerdotes responderam:
"Não temos outro rei senão César".

Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado,
e eles o levaram.
Ali o crucificaram, com outros dois.

Jesus tomou a cruz sobre si
e saiu para o lugar chamado "Calvário",
em hebraico "Gólgota".

Ali o crucificaram, com outros dois:
um de cada lado, e Jesus no meio.

Pilatos mandou ainda escrever um letreiro
e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
"Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus".

Muitos judeus puderam ver o letreiro,
porque o lugar em que Jesus foi crucificado
ficava perto da cidade.
O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.

Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
"Não escrevas 'O Rei dos Judeus',
mas sim o que ele disse: 'Eu sou o Rei dos judeus'".

Pilatos respondeu:
"O que escrevi, está escrito".
Repartiram entre si as minhas vestes.

Depois que crucificaram Jesus,
os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes,
uma parte para cada soldado.
Quanto à túnica, esta era tecida sem costura,
em peça única de alto a baixo.

Disseram então entre si:
"Não vamos dividir a túnica.
Tiremos a sorte para ver de quem será".
Assim se cumpria a Escritura que diz:
"Repartiram entre si as minhas vestes
e lançaram sorte sobre a minha túnica".
Assim procederam os soldados.
Este é o teu filho. Esta é a tua mãe.

Perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.

Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela,
o discípulo que ele amava, disse à mãe:
"Mulher, este é o teu filho".

Depois disse ao discípulo:
"Esta é a tua mãe".
Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.
Tudo está consumado.

Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
"Tenho sede".

Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.

Ele tomou o vinagre e disse:
"Tudo está consumado".
E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
Todos se ajoelham e faz-se uma pausa.
E logo saiu sangue e água.

Era o dia da preparação para a Páscoa.
Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.
Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.

Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e, depois, do outro
que foram crucificados com Jesus.

Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava
morto, não lhe quebraram as pernas;

mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.

Aquele que viu, dá testemunho
e seu testemunho é verdadeiro;
e ele sabe que fala a verdade,
para que vós também acrediteis.

Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura,
que diz: "Não quebrarão nenhum dos seus ossos".

E outra Escritura ainda diz:
"Olharão para aquele que transpassaram".
Envolveram o corpo de Jesus com os aromas, em faixas de linho.

Depois disso, José de Arimateia,
que era discípulo de Jesus
- mas às escondidas, por medo dos judeus -
pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus.
Pilatos consentiu.
Então José veio tirar o corpo de Jesus.

Chegou também Nicodemos,
o mesmo que antes tinha ido de noite encontrar-se com Jesus.
Levou uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés.

Então tomaram o corpo de Jesus
e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho,
como os judeus costumam sepultar.

No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim
e, no jardim, um túmulo novo,
onde ainda ninguém tinha sido sepultado.

Por causa da preparação da Páscoa,
e como o túmulo estava perto,
foi ali que colocaram Jesus.

Palavra da Salvação.

Quer entender melhor o Evangelho do dia?

Toque no número de um versículo acima para ver o que ele faz no app: abre, ali mesmo, o que os Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo dizem daquele versículo.

Ver como fica no app
A liturgia no app

Leia, ouça e entenda
as leituras de cada dia

Veja como fica a liturgia no app: as leituras do dia com áudio e, com um toque no versículo, os comentários abertos logo abaixo do texto.

Liturgia Diária no app: Primeira Leitura, Salmo e Evangelho

As leituras do dia

Primeira Leitura, Salmo e Evangelho, com o fone ao lado do texto para ouvir enquanto acompanha.

Comentários de um versículo do Evangelho abertos no app

Os comentários abertos

Toque no número do versículo: sobe a cortina com a Catena Aurea, os Padres da Igreja e o Catecismo.

Comentário do dia no app

Para rezar o dia

Comentários exclusivos à liturgia de cada dia e a Palavra do Dia para guardar no coração.

web.minhabibliacatolica.com
A liturgia do dia no computador, com os comentários ao lado das leituras

Também no computador, em web.minhabibliacatolica.com: as leituras de um lado, os comentários do outro. Começou no celular, continua no PC.

No mesmo app

A Liturgia e a Bíblia de cada dia,
explicadas pela Tradição

Além dos cursos e retiros, o app traz a Liturgia Diária e a Bíblia para ler e ouvir. Em cada versículo, um toque abre o que disseram os Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo.

Ícones dos Padres da Igreja
Liturgia Diária no app, com os comentários de um versículo do Evangelho abertos
Liturgia Diária

As leituras da Missa de hoje, para ler e ouvir

  • Primeira Leitura, Salmo e Evangelho de cada dia em áudio, com o texto na tela para acompanhar.
  • Comentários exclusivos à liturgia do dia, para rezar as leituras com calma.
  • Toque no número de qualquer versículo das leituras: os Padres da Igreja, a Catena Aurea e o Catecismo abrem ali mesmo.
Bíblia no app, com os comentários dos Padres da Igreja sobre João 1,1
Bíblia

O Novo Testamento narrado, capítulo por capítulo

  • Os quatro Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e todas as cartas, de Mateus a Judas, em áudio.
  • Enquanto o áudio toca, o texto fica na sua frente — e o número do versículo é o botão para os Padres da Igreja.
  • Continua de onde parou, com a tela bloqueada: no carro, na caminhada, antes de dormir.
Os comentários

Um toque no versículo,
vinte séculos de explicação

Toque no número de um versículo, da Bíblia ou das leituras da Missa, e sobe uma cortina com os comentários daquele versículo, separados por fonte. Você lê, volta ao texto e continua de onde estava.

Padres da Igreja

+0 comentários

Os grandes mestres cristãos dos primeiros séculos, como Santo Agostinho, São João Crisóstomo, Santo Ambrósio e São Jerônimo. Viveram perto do tempo dos Apóstolos e explicaram a Escritura em homilias e comentários. No app, o que disseram aparece ligado a cada versículo.

Catena Aurea

de Santo Tomás de Aquino, completa

"Corrente de ouro": a obra que Santo Tomás começou a pedido do Papa Urbano IV. Nela, ele encadeou, versículo por versículo, o que os Padres gregos e latinos disseram sobre os quatro Evangelhos, como se todos comentassem juntos a mesma passagem.

Catecismo

+0 comentários bíblicos

O Catecismo da Igreja Católica, publicado por São João Paulo II em 1992, expõe a fé da Igreja a partir da Escritura. No app, os parágrafos que explicam uma passagem aparecem junto do versículo a que se referem.

Continue no app

Outros cursos e retiros
para rezar um pouco por dia

Santos, Padres da Igreja e grandes mestres da vida espiritual, em áudio, no mesmo app.

1000 Dias com Escrivá
São Josemaría

1000 Dias com Escrivá

Um ponto do Caminho por dia: o texto, a história por trás dele e a meditação.

Conhecer o curso
Santa Gianna Beretta Molla
Santa Gianna

Santa Gianna Beretta Molla

Esposa, mãe e médica: a santidade vivida no dia a dia de uma família.

Conhecer o curso
Retiro com Santa Teresinha
Retiro

Retiro com Santa Teresinha

O pequeno caminho da confiança e do amor, com Padre Jacques Philippe.

Conhecer o retiro
Entendendo a Bíblia por dentro
Curso bíblico

Entendendo a Bíblia por dentro

A Bíblia inteira como uma única história, do Gênesis ao Apocalipse.

Conhecer o curso
O Catecismo em 1 Ano
Catecismo

O Catecismo em 1 Ano

A fé da Igreja um pouco por dia, com Ratzinger, Schönborn e Cantalamessa.

Conhecer o curso
Liberdade Interior
Retiro

Liberdade Interior

A liberdade que ninguém pode tirar, com Padre Jacques Philippe.

Conhecer o retiro
Jacques Fesch: da cela à santidade
Servo de Deus

Jacques Fesch: da cela à santidade

Um condenado à morte que encontrou Cristo na prisão.

Conhecer o curso
Jovens de Luz
Testemunhas

Jovens de Luz

Jovens que viveram a santidade até o fim, apresentados por Daniel Ange.

Conhecer o curso
As Bem-aventuranças
Evangelho

As Bem-aventuranças

As oito portas do Reino, com Padre Jacques Philippe.

Conhecer o curso
Introdução à Oração
Padres da Igreja

Introdução à Oração

Aprender a rezar com os Padres da Igreja, guiado pelo Cardeal Špidlík.

Conhecer o curso
A Purificação do Coração
Padres da Igreja

A Purificação do Coração

O combate espiritual e a vigilância do coração segundo os Padres da Igreja.

Conhecer o curso
A Escada Escondida
Padres do Deserto

A Escada Escondida

Um retiro com os Padres do Deserto, com Anselm Grün.

Conhecer o retiro
Orações católicas
Devocionário

Orações católicas

Do Pai-Nosso às novenas, com o texto completo.

Ver as orações
arraste para ver mais

Perguntas sobre
a Liturgia Diária

O que mais se pergunta, em poucas linhas.

Qual é o Evangelho de 3 de abril de 2026?

O Evangelho de 3 de abril de 2026, é Jo 18,1-19,42: “Prenderam Jesus e o amarraram”.

Quais são as leituras de 3 de abril de 2026?

Primeira Leitura: Is 52,13-53,12; Salmo Responsorial: Sl 30(31),2.6.12-13.15-16.17.25; Segunda Leitura: Hb 4,14-16;5,7-9; Evangelho: Jo 18,1-19,42.

O que é a Liturgia Diária?

São as leituras da Bíblia que a Igreja proclama na Missa de cada dia: a Primeira Leitura, o Salmo Responsorial, a Segunda Leitura aos domingos e nas solenidades, e o Evangelho. Elas seguem o calendário litúrgico, e as Missas do rito romano do mundo inteiro leem, em geral, os mesmos textos no mesmo dia.

Como ouvir a Liturgia Diária?

No app Minha Bíblia Católica, a Primeira Leitura, o Salmo e o Evangelho de cada dia têm áudio, com o texto na tela para acompanhar. O áudio toca com a tela bloqueada e continua de onde parou.

Onde encontrar comentários sobre as leituras de hoje?

No app, cada versículo das leituras abre, com um toque, os comentários dos Padres da Igreja, a Catena Aurea de Santo Tomás de Aquino e o Catecismo da Igreja Católica. A liturgia de cada dia também tem comentários exclusivos, para rezar as leituras com calma.

O que é a Catena Aurea?

É a “corrente de ouro” de Santo Tomás de Aquino: uma obra que ele começou a pedido do Papa Urbano IV e na qual encadeou, versículo por versículo, os comentários dos Padres da Igreja gregos e latinos sobre os quatro Evangelhos.

Minha Bíblia Católica

A liturgia de cada dia
no seu bolso

As leituras da Missa para ler e ouvir, com os comentários dos Padres da Igreja, da Catena Aurea e do Catecismo a um toque. E a Bíblia, os cursos e os retiros no mesmo app.

Disponível no Google Play Baixar na App Store
Leituras Evangelho No app Comentários Cursos

Liturgia Diária

03/04 · Jo 18,1-19,42

Evangelho